Em tempos de plano de remoção, é imprescindível que os servidores pesquisem, antecipadamente, sobre a realidade política, social, econômica e religiosa dos países onde desejam atuar. Uma das questões mais sensíveis a serem analisadas é a legislação adotada pela localidade em relação à orientação sexual.

Uma dica é consultar o mapa elaborado pela Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Pessoas Trans e Intersexuais (Ilga). No documento, os países são identificados como os que criminalizam, protegem e/ou reconhecem as relações homoafetivas.  Acesse AQUI.

Além da pesquisa teórica, não se deve abrir mão de conversar com os colegas que já trabalharam ou ainda trabalham nos países que serão pleiteados. Quanto mais informações tiver, mais consciente será a sua escolha. 

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