Em 2005, o Tribunal de Contas da União (TCU) recomendou ao Ministério das Relações Exteriores (MRE) a realização de concursos públicos para seleção de assistentes e oficiais de chancelaria especializados em promoção comercial a fim de coibir a terceirização de atividades privativas de servidores públicos, como ocorria por meio de acordo de cooperação técnica firmado entre o Departamento de promoção Comercial (DPR) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).


Passados 13 anos, o Sinditamaraty entende que não houve avanço na política de recursos humanos do DPR. “A Administração precisa se manifestar acerca do cumprimento dessa recomendação. Queremos saber quantos trabalhadores estão lotados no DPR e quais são os vínculos que mantém com o Ministério, se são terceirizados, prestadores de serviços. É dever do Sinditamaraty zelar pela competência e atribuições de seus filiados”, explica o presidente Ernando Neves.
O teor do ofício, protocolado no último dia 08 de agosto, pode ser conferido aqui.

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