Com o objetivo de apresentar os desafios das famílias que acompanham os servidores brasileiros no exterior, a diretoria executiva do Sinditamaraty se reuniu, nessa quarta-feira (20), com a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves. Na ocasião, a representante da pasta apresentou o projeto de ensino domiciliar, pauta que vem sendo defendida por ela desde o início do governo.

Em relação à educação, o sindicato falou sobre a proposta de auxílio para cobrir o investimento dos servidores com os filhos em idade escolar. Segundo a entidade, o auxílio-familiar, previsto desde 1972, é insuficiente para atender os custos dos servidores com educação fora do país. A estimativa, de acordo com levantamento do sindicato, é que 38% deles gastam de US$ 1 mil a US$ 3 mil dólares com educação. As despesas variam para cada localidade e, dependendo da situação, alguns servidores escolhem deixar a família no Brasil ou em outro país em que for mais viável o investimento.

De acordo com o presidente do Sinditamaraty, Ernando Neves, a questão do auxílio-escolar exterior precisa voltar a ser discutida com o governo. “Esse é um tema muito importante para as pessoas que prestam o serviço brasileiro fora do país, que é a continuidade dos estudos dos filhos no local onde foram enviados. Existem embaixadas, chancelarias de outros países, que custeiam, integralmente, o ensino no exterior”, ressaltou.

Também participaram do encontro a vice-presidente do sindicato, Camilla Santos, o secretário-geral, Rui Barbosa, a assessora jurídica, Eliane Cesário, e o deputado federal, Lincoln Portela.

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Sinditamaraty se reúne com ministra Damares Alves