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O combate ao assédio praticado contra os servidores públicos ganhou um importante reforço. Foi lançado nesta quinta-feira (23), o “Assediômetro”, um site que vai computar os casos de assédio contra o funcionalismo público. A iniciativa da Associação dos Funcionários do Ipea (Afipea) e da Articulação Nacional de Carreiras Públicas (ARCA) recebe apoio do Sinditamaraty.

Pela página, é possível fazer denúncias de assédio. E, o número de casos vai sendo computado e mostrado em destaque no site, como sinal de alerta para essa prática desrespeitosa e que causa consequências até mesmo à saúde dos assediados. 

“O Assediômetro foi criado para demonstrar a amplitude de um conjunto de discursos, falas e posicionamentos públicos, bem como imposições normativas e práticas administrativas, realizado ou emanado (direta ou indiretamente) por dirigentes e gestores públicos localizados em posições hierárquicas superiores, e que implica em recorrentes ameaças, cerceamentos, constrangimentos, desautorizações, desqualificações e deslegitimações acerca de determinadas organizações públicas e suas missões institucionais e funções precípuas”, diz o site.

Apoio do Sinditamaraty
O Sindicato Nacional dos Servidores do Ministério das Relações Exteriores apoia o Assediômetro porque tem também um histórico de combate ao assédio sexual e moral e à discriminação no Itamaraty. A criação da Cpadis (Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, Sexual e da Discriminação), por exemplo, é resultado do trabalho do Sinditamaraty junto ao Ministério Público do Trabalho (MPT).

Em parceria com a Universidade de Brasília, o sindicato elaborou o estudo “Riscos Psicossociais do Trabalho no Itamaraty", em 2017. Este estudo será tema de um webinar, marcado para o dia 28 de julho, que será transmitido pelas redes sociais do Sinditamaraty e pretende debater os caminhos para acabar de vez com o assédio e a discriminação no MRE e no serviço público de forma geral.

Acesse aqui o Assediômetro

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